Em 1922, o Capitão Sacadura Cabral e o Capitão Gago Coutinho da Marinha Portuguesa, cruzaram o Atlântico Sul em uma seqüência de três hidroaviões Fairey, dois dos quais foram destruídos no caminho.
Em 1923, dois pilotos militares americanos cruzaram os Estados Unidos sem escalas e, em 1924, duas equipes da Marinha Americana realizaram o primeiro voo ao redor do mundo, Douglas World Cruisers, alterando de volante para trem de pouso flutuante, conforme fosse mais apropriado no caminho. Eles saíram de Seattle em 6 de abril e retornaram em 28 de setembro, tendo registrado 26.345 milhas em 363 horas e 7 minutos de voo e perdido duas das quatro aeronaves de sua expedição ao longo do caminho.
Uma nova forma de voar teve início quando o Ministério da Aeronáutica Britânica concordou em subsidiar um primeiro grupo de cinco clubes equipados com aviões Moths, o movimento do aeroclube logo se expandiu no mundo inteiro.
No ano seguinte, existiam aviões Moths na Austrália, Chile, Japão, Irlanda e nos EUA e as pessoas já tinham começado a realizar façanhas surpreendentes em pequenas aeronaves de baixo custo, estabelecendo novos padrões de desempenho, manuseio e confiabilidade.
Outro avião Moth, reequipado com um 85 hp Cirrus II, voou para a Índia em 1926-27, pilotado por T. Neville Stack, acompanhado de B. S. Leete no segundo protótipo. Foi neste momento que a BP decidiu entrar no negócio da aviação.
Abaixo: o avião Moth de Neville Stack, aqui sendo abastecido no aeródromo Hinaidi Aerodrome, em Bagdá, que fez um voo de 5.540 milhas de Croydon para a Índia, pelo Golfo, no inverno de 1926-27. O avião foi acompanhado por um segundo protótipo do avião Moth, que foi pilotado por B.S. Leete. Foi o primeiro avião do seu tipo a ser visto na Índia, que embarcou em uma turnê de grande sucesso pelo subcontinente.

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